eu fiz um puta post gigantesco e apaguei tudo.
ahhhh, dane-se!
“If you only do, what you’ve always doned, you will only get, to where you’ve already got.”
eu fiz um puta post gigantesco e apaguei tudo.
ahhhh, dane-se!
“If you only do, what you’ve always doned, you will only get, to where you’ve already got.”
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fui dormir sem sono e enquanto ele não vinha, fiquei pensando no tempero completo que está em falta no armário da cozinha. Eu não sei se sou boa em culinária, confesso. Nem sei se o que eu faço naquele lugar cheio de armários, metais e mantimentos, pode ser chamado de comida. Então escolho coisas completas, por sentir que há praticidade nessa simples palavrinha, – “completo”.
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Para me ver de corpo inteiro procuro reflexos já que em casa preciso me enquadar em espaços não muito confortáveis. Não reclamo, é melhor assim, já que Narciso foi embora e me deixou apenas com uma sacola metade repleta de ego.
Virei um porta moedas o que me fez sentir um tanto intelectual na área da economia. É como se, para porca, só me faltasse o buraco nas costas e um na barriga, já que em matéria de formato eu estou quase chegando lá, – desvantagens da falta de admiração vertical.
E penso humildemente, oh quanta putaria! Existe um momento desnecessário entre o desejo e a ambigüidade? Existe em algum lugar o caralho da necessidade de entendimento coletivo ou isso foi tudo apenas um sonho?
Ando sonhando com parasitas e isso muito me preocupa. Acordo suada, vou fazer xixi apenas pela vontade de esquecer o tal cinema mudo que se passa dentro de mim. Aqueles sons me deixam atordoada. Acordei com o ouvido zumbindo. É silêncio demais pra mim… cof!
Eu preciso comprar um espelho.
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em um momento fortuito me dei conta de que não sofria mais. sofrer por coisas pequenas ficou vergonhoso depois de conhecê-lo. não me senti neste direito.
em 2003, um tiro e ele nunca mais andou e fora isso nunca mais um monte de coisas que eu e você e todo mundo que já andou ama fazer e que agora ele não faz mais.
e trocando verbos e substantivos e etcs depois de uma semana inteira de tentativas e saudades e olhares e afins, eu senti vergonha de achar que sofria nessa minha vidinha fácil sob duas pernas eretas e fortes. nem o meu mais miserável sentimento poderia, na minha cabeça, ser sequer comparado.
burra eu. tão forte, tão lindo, tão bem e eu pré-julgando. ele é impressionante, confiante. corvade? nunca. ninguém nunca o viu desistir. não, ele definitivamente não é esse tipo de pessoa.
mas eu pensei em sofrimento. qualquer tipo de sofrimento e vi que é uma merda.
porque sofrimento é algo fedorento, que chega a feder como o beco mijado da402 sul. gruda e para na garganta e cria uma sensação foda de superar.
sentimento merda esse.
e durante o dia a gente procura, e até encontra, motivos para não lembrar, pra superar. porém de noite a coisa muda. é como se o travesseiro e o edredon exalassem o maldito odor.
mas pelo menos abandonei o sentimento merda de lado. ufa!
cof.
e eu não digo que estou amando. porra, não estou. muito cedo pra isso.
cof!
eu estou bem, feliz e muito orgulhosa de ter escutado que todo o seu destino é meu. porque é até piegas pra alguns, mas eu achei demais.
é bom voltar a sentir coisas, a acreditar em coisas. e esse relacionamento é sem dúvida muito diferente. não só pelas circustâncias físicas, mas por todo o contexto.
eu ainda acho que não estou pronta pra ser par. muitas vezes o ímpar parece funcionar melhor em mim, mas estou disposta a, lentamente, ir mudando de idéia.
mas será que é assim mesmo? qual o peso de ser ímpar e o de ser par?
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soda italiana e zero.
desenhos e mais desenhos até que um em especial faz brotar lágrimas ambientalmente corretas (por não serem de crocodilo, sacou?).
se eu vir um camelo, é capaz deu matá-lo.
se eu for ao Rio, cubram o corcovado.
eu sabia que meu asco por matemática um dia seria desvendado.
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